segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Em memória

Gatos são amigos, fofinhos, divertidos e ... morrem
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 Porque eu não me apego a algo inanimado, como o resto da humanidade que ama o dinheiro, a fama, roupas, eletrônicos ou qualquer outra porcaria? porque eu não sou insensível e cruel como todos que me cercam?  porque eu estou em prantos desde que mataram meu gatinho? Era só um gato não é? Não. Era parte da família, era parte de mim. Rick tinha 1 ano e 6 meses, era castrado, vacinado e saudável, corria atras de toda bolinha, fiapo, e até sacolas vazias, só trazia alegria, era cheio de VIDA... até o dia em que um humano assassino o fez comer veneno. Nesta segunda, 18 de agosto, acordei sem um pedaço do meu mundo, sem entender porque num mundo tão indiferente, EU tinha que me importar. Sem entender porque o ser humano é tão destrutivo, egoísta e assassino. Não tem piedade, mas espera piedade. Não tem amor, mas queixa-se de não ser amado. 
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Às vezes sinto como sendo a única pessoa do mundo que ainda tem lágrimas pra chorar, que ainda tem algum amor no peito pra dar sem pedir nada em troca, a unica pessoa que ama os animais, e até animais humanos, por mais imerecedores que sejam.  Às vezes eu acho que sou a unica que sofre em ver a humanidade se matar, destruir o planeta, desonrar a Deus. Não sou perfeita, e sei que nunca mudarei o mundo, e apesar de sofrer na convivência com a escória assassina me cerca, quando faço minha parte, ao menos tenho o conforto de ser MENOS UM CANALHA NO MUNDO.

Richard Parker_ meu tigrinho :'(

terça-feira, 24 de junho de 2014

Antiga Inspiração

Antiga Inspiração
Como escrever sem a dor que um dia foi inspiração? Hoje minha alegria é maior que meu dom. Meu amor é maior que minha tristeza confusa, e minha melancolia sem razão não encontra se quer a inexistência de razão para que eu possa escrever. A tristeza não encontra nada aqui, não há lugar para este lúgubre sentimento, e o tórrido choro sem motivos agora nem a ausência de motivos há de encontrar. Todos os cantos estão preenchidos de transbordante paixão, e não há como a angustia se instalar. Vai embora inquilina maldita, em muitos anos me fez escrava de tua petulância e agora quer voltar? Sinto-me muito bem sem ti, sem os soluços incontroláveis, sem o lamento e os pulsos em sangue. Vai, vire-se em caminho ao longe, minha alegria há de perpetuar em mim tão perto que tu não irás me atingir jamais, minha satisfação hoje não é passageira, meu sorriso é sincero, e minha alegria é tão real quanto os rios que escorreram em meu rosto outrora... Eu ei de encontrar outra inspiração para escrever... 

Cativeiro da Alma

Encontrei teu cativeiro armada e ferida, temendo não ao mal que em si se define, mas ao bem que velado destrói.
Não fui rendida pelos teus olhos calmos, mas abaixei as armas ao te ouvir. Vi a inocência e a verdade em um. Desconfiei a punhos serrados, mas o tempo que leva as estações também levou meus escudos. Não fui sedada, eu me permiti adormecer em teus braços. Não violaste-me, eu entreguei meu corpo a ti sem papel de presente, sem embrulho algum. Não vendaste meus olhos, eu os fechei propositalmente para sentir mais fundo teu prazer em mim. Teu amor é cativeiro vencido, em que minha alma quer habitar em eterno.

sábado, 21 de junho de 2014

Você

Em manhã de sol é protetor
na tarde calma é companhia
em noite de chuva é calor
na madrugada, fantasia.

Ao me deitar é meu amor
enquanto durmo é cobertor
Ao acordar é meu Bom dia!
Em meu viver é minha vida

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Medo de poucas coisas

Tenho muito medo de poucas coisas. Não é um medo muito grande mas consegue ser maior do que eu. Tenho medo de perder quem amo, e quando o amor cresce o maldito medo se agarra nele e cresce junto. Então, se em algum raro momento dessa nossa batalha você ver o medo em meu olhar, não fique aflito, é apenas mais um forma de dizer que me importo.