Gatos são amigos, fofinhos, divertidos e ... morrem
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Porque eu não me apego a algo inanimado, como o resto da humanidade que ama o dinheiro, a fama, roupas, eletrônicos ou qualquer outra porcaria? porque eu não sou insensível e cruel como todos que me cercam? porque eu estou em prantos desde que mataram meu gatinho? Era só um gato não é? Não. Era parte da família, era parte de mim. Rick tinha 1 ano e 6 meses, era castrado, vacinado e saudável, corria atras de toda bolinha, fiapo, e até sacolas vazias, só trazia alegria, era cheio de VIDA... até o dia em que um humano assassino o fez comer veneno. Nesta segunda, 18 de agosto, acordei sem um pedaço do meu mundo, sem entender porque num mundo tão indiferente, EU tinha que me importar. Sem entender porque o ser humano é tão destrutivo, egoísta e assassino. Não tem piedade, mas espera piedade. Não tem amor, mas queixa-se de não ser amado.
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Às vezes sinto como sendo a única pessoa do mundo que ainda tem lágrimas pra chorar, que ainda tem algum amor no peito pra dar sem pedir nada em troca, a unica pessoa que ama os animais, e até animais humanos, por mais imerecedores que sejam. Às vezes eu acho que sou a unica que sofre em ver a humanidade se matar, destruir o planeta, desonrar a Deus. Não sou perfeita, e sei que nunca mudarei o mundo, e apesar de sofrer na convivência com a escória assassina me cerca, quando faço minha parte, ao menos tenho o conforto de ser MENOS UM CANALHA NO MUNDO.
Richard Parker_ meu tigrinho :'(
Meu desejo não deseja se calar
"Percebi que a vida é frágil demais"
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
terça-feira, 24 de junho de 2014
Antiga Inspiração
Antiga
Inspiração
Como
escrever sem a dor que um dia foi inspiração? Hoje minha alegria é
maior que meu dom. Meu amor é maior que minha tristeza confusa, e
minha melancolia sem razão não encontra se quer a inexistência de
razão para que eu possa escrever. A tristeza não encontra nada
aqui, não há lugar para este lúgubre
sentimento, e o tórrido choro sem motivos agora nem a ausência de
motivos há de encontrar. Todos os cantos estão preenchidos de
transbordante paixão, e não há como a angustia se instalar. Vai
embora inquilina maldita, em muitos anos me fez escrava de tua
petulância e agora quer voltar? Sinto-me muito bem sem ti, sem os
soluços incontroláveis, sem o lamento e os pulsos em sangue. Vai,
vire-se em caminho ao longe, minha alegria há de perpetuar em mim
tão perto que tu não irás me atingir jamais, minha satisfação
hoje não é passageira, meu sorriso é sincero, e minha alegria é
tão real quanto os rios que escorreram em meu rosto outrora... Eu ei
de encontrar outra inspiração para escrever...
Cativeiro da Alma
Encontrei
teu cativeiro armada e ferida, temendo não ao mal que em si se
define, mas ao bem que velado destrói.
Não
fui rendida pelos teus olhos calmos, mas abaixei as armas ao te
ouvir. Vi a inocência e a verdade em um. Desconfiei a punhos
serrados, mas o tempo que leva as estações também levou meus
escudos. Não fui sedada, eu me permiti adormecer em teus braços.
Não violaste-me, eu entreguei meu corpo a ti sem papel de presente,
sem embrulho algum. Não vendaste meus olhos, eu os fechei
propositalmente para sentir mais fundo teu prazer em mim. Teu amor é
cativeiro vencido, em que minha alma quer habitar em eterno.
sábado, 21 de junho de 2014
Você
Em
manhã de sol é protetor
na
tarde calma é companhia
em
noite de chuva é calor
na
madrugada, fantasia.
Ao
me deitar é meu amor
enquanto
durmo é cobertor
Ao
acordar é meu Bom dia!
Em
meu viver é minha vida
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
Medo de poucas coisas
Tenho
muito medo de poucas coisas. Não é um medo muito grande mas
consegue ser maior do que eu. Tenho medo de perder quem amo, e quando
o amor cresce o maldito medo se agarra nele e cresce junto. Então,
se em algum raro momento dessa nossa batalha você ver o medo em meu
olhar, não fique aflito, é apenas mais um forma de dizer que me
importo.
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Suspirografia
A exclamação é um grito, mas não de alegria.
As reticencias são o sinal de um choro quieto, silencioso.
O ponto final não é o fim da angustia, nem a virgula o indício de que algo novo vai acontecer.
Parágrafo por parágrafo desenho em letras garrafais um suspiro que o tempo chamou de vida.
As reticencias são o sinal de um choro quieto, silencioso.
O ponto final não é o fim da angustia, nem a virgula o indício de que algo novo vai acontecer.
Parágrafo por parágrafo desenho em letras garrafais um suspiro que o tempo chamou de vida.
Pensamentos
"A
cada pequeno preconceito que eu venço, eu me amo mais! Me amo pela
capacidade de ser melhor, de ser essa metamorfose ambulante. Minha
parte melhor é desdizer aquilo tudo que eu lhe disse antes, é não
ter uma velha opinião formada sobre tudo."
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